Salmo dos Aflitos

(Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga)

 

Menino de procissão

Cordeiro de um rebanho sem fim

Me lembro das graças que o povo

Pedia pros céus, era assim

 

As virgens todas proclamam

Tua graça em formosura

Sôis a dileta do povo

 

E a protetora das almas

Da provoação da Nossa Senhora da Serra da Raiz

 

Abrandai

Os corações dos igonorantes

Abrandai, abrandai

Abrandai, abrandai } bis

 

Crescido agora é que eu sei

Que há outros pra ouvir meu latim

Em nome dos céus, eu reclamo

As graças que devem pra mim

 

As graças que eu reclamo

Em nome dos irmãos aflitos

São já conhecidas de todos

E sem elas, o grande rebanho vai morrendo

Ou fingindo viver como Deus, é servido

 

Abrandal, o coração de todos poderosos

Abrandai, abrandai } bis

DENGO MAIOR; 1978; RCA